domingo, 8 de julho de 2018

Curso de Radiologia aos Sábados na Tijuca


O Colégio Bezerra de Araújo (CBA) da Tijuca, abrirá turma para o Curso Técnico em Radiologia aos sábados. Para quem trabalha em horário comercial, pode procurar o Colégio a noite ou aos sábados, que fica na Rua Dona Delfina, nº 35, próximo à saída do metrô Uruguai.
O curso tem duração de um ano e meio e a turma de sábado para inicio ainda este ano, está ainda sendo montada. Lembrando também que a mensalidade pode ter o valor reduzido com provas para bolsas que podem ser feitas na própria escola ou preenchendo sua ficha pelo site do Minha Escola Minha Vida.

Cadastrando-se por este programa, pode-se conseguir até 60% de desconto em bolsa e reduzir o valor da mensalidade para até R$252,00. Para maiores informações procurar dona Cirlene na recepção.

2288-2445
2208-5698

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Radiologia Invadida!


Alguém fez esse post em uma comunidade de facebook. Não consegui encontrar a autoria do post, logo o atribuo ao grupo em questão. Vendo a relevância do mesmo, decidi reposta-lo com o link para o original.


Sistema CONTER/CRTR’s não fiscaliza e profissionais sem habilitação operam equipamentos emissores de radiação ionizante.

Trabalhadores sem formação na área exercem funções de competência dos Tecnólogos e Técnicos em Radiologia.

Scanners de aeroportos, presídios, portos e fóruns são emissores de radiação ionizante, o que requer, para sua correta operação, a formação de Tecnólogo ou Técnico em Radiologia. Contudo, devido a ineficiência sistêmica do CONTER, tais aparelhos são operados por pessoas sem a qualificação necessária. Lamentável, pois, verdade seja dita, essa é a principal função do Conselho Nacional e, ainda assim, ele não consegue desempenhar de forma satisfatória.


Em recente visita à Brasília, representantes do SINTTARESP notaram que no próprio Congresso Nacional (na cara do CONTER) existem funcionários sem a qualificação adequada atuando na operação dos scanners corporais, os quais exercem suas funções sem quaisquer recursos de radioproteção, totalmente indiferentes à periculosidade da atividade que executam.

A radiação ionizante é nociva à saúde do trabalhador, mesmo que o equipamento emita baixas taxas de dose. Partindo deste princípio, nota-se que esses profissionais estão expostos à riscos, que poderiam ser evitados se o CONTER cumprisse com o seu papel e fiscalizasse esses locais.

Enquanto seus Conselheiros viajam para congressos e homenagens, os profissionais da Técnicas Radiológicas presenciam esse completo caos, que faz com que a profissão caminhe a passos largos para sua extinção.

Radiologia à Mercê

Não é apenas a Radiologia Industrial que está em condições de “abandono”, a Veterinária, Odontológica, e até mesmo a Ressonância Magnética sofre com a invasão de profissionais estranhos à profissão.

E este problema decorre graças a incapacidade da Autarquia Federal quando diz respeito a outros conselhos de classe. Derrotas e mais derrotas são somadas ano após ano, e o maior prejudicado é o profissional que investiu grandes esforços para se formar na área e, muitas vezes, não consegue ingressar ou se recolocar no mercado de trabalho.

Até quando teremos que suportar o descaso do Conselho Nacional com os profissionais da Radiologia? O mínimo que pedimos é que ele cumpra com suas obrigações e respeite a Categoria. Já passou da hora!

CONTER: Cumpra com suas obrigações, pois, sem uma fiscalização rigorosa, a radiologia continuará sendo invadida!

Que tal começar por Brasília? A situação que presenciamos é caótica!

Fonte: Atualiza Radiologia (Facebook)

sexta-feira, 13 de abril de 2018

A DOENÇA DO OSSO FANTASMA


Em 1838, Jackson descreveu a osteólise completa do úmero de um menino de 12 anos. Em 1955, Gorham e Stout relataram as principais características patológicas daquela que foi denominada de "doença do osso desaparecido com alterações vasculares intraósseas". Desde então essa doença vem sendo chamada de síndrome de Gorham, síndrome de Gorham-Stout, osteólise maciça, osteólise idiopática, doença do osso desaparecido, doença do osso fantasma, absorção espontânea do osso, entre outros.

A síndrome de Gorham-Stout é uma doença que apresenta osteólise idiopática de um osso ou área contígua próxima. A etiologia é desconhecida, sendo uma condição rara, de difícil diagnóstico e tratamento controverso.


O termo osteólise indica redução na quantidade de tecido ósseo visualizada em uma radiografia. Somente 64 casos foram relatados na literatura médica.

O paciente apresenta dor em alguma região, e ao fazer exames radiológicos, lhe é diagnosticada a perda de tecido ósseo localizado, que é na verdade substituído por tecido conjuntivo fibroso ou, tumores de vasos sanguíneos benignos “não cancerígenos”.

Há tratamento para isso?

Infelizmente não. Como nenhuma causa foi descoberta, a doença ainda não tem tratamento nem cura. Com isso, até o momento, temos poucas alternativas ao se descobrir à doença:

Ou se retira o osso que começou a desaparecer, ou  poderá ainda se administrar experimentalmente, um fortificante ósseo de bifosfanato. Em alguns casos, tentou-se tratar essa doença e seu comportamento como um câncer, nesse caso, foi feita a radioterapia tentando matar o tecido substituto.


Nem é preciso dizer que a gravidade da doença é relativa ao osso ou ossos acometidos. Desaparecer um osso da mão ou mesmo do braço, não será tão ruim como perder um osso da base do crânio por exemplo. Ou mesmo do tórax, pois o desaparecimento de ossos da caixa torácica podem levar a reter líquidos no pulmão ou pleuras pulmonares.

Com tamanha raridade da doença, fica dificil estuda-la. Até o momento não se sabe o que causa essa condição, e nenhum gatilho genético ou ambiental da doença foi se quer identificado com clareza.

domingo, 28 de janeiro de 2018

Mulher descobre que tem ouro em seu joelho

Uma senhora de 65 anos da Coreia do Sul teve uma surpresa bem incomum ao fazer um exame de raio-x. Com problemas no joelho, ela descobriu que não tinha doença ou lesão alguma, mas sim pequenos pedaços de ouro presos em sua cartilagem.

Em um primeiro momento a senhora foi diagnosticada com osteoartite, doença degenerativa e que ataca diretamente as articulações. Como os remédios não fizeram efeito, os médicos pediram o raio-x. No exame, então, os pedaços de ouro foram descobertos como causa das dores.
O ouro estava no joelho pois ela era tratada com métodos de acupuntura. Em suas sessões, o especialistas deixava pequenos pedaços da agulha para aumentar a eficácia do tratamento. Como o raio-x indiciou a presença de ouro na cartilagem, é suposto que as agulhas usadas eram feitas deste material.

O resultado da técnica "diferente", porém, foram dores absurdas, já que o corpo humano repele e tente expelir qualquer corpo estranho que esteja em seu interior.

Fontes:
Yahoo Brasil em 15 de janeiro de 2014
Real Deodorense em 17 de janeiro de 2014

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Exames não provam que Tutancamon tenha sido assassinado

Não há sinais de que Tutancamon tenha sido atacado. 
Mas o mistério sobre sua morte persiste

Cairo - Os resultados das tomografias feitas na múmia de Tutancamon não indicam que o jovem faraó, que reinou no Egito há cerca de 3.300 anos, tenha sido assassinado. Mas o mistério em torno da sua morte, aos 19 anos, parece longe de ser solucionado.

"É virtualmente impossível provar como ele morreu", disse nesta terça-feira Zahi Hawass, secretário-geral do Conselho Superior de Antiguidades do Egito, ao anunciar as conclusões do estudo que começou há dois meses.

"Em resposta às teorias de que Tutancamon teria sido assassinado, a equipe não encontrou nenhuma evidência de qualquer pancada na parte posterior da cabeça ou outro sinal de que tenha sido atacado", afirma o comunicado apresentado pelo conselho.

Em entrevista, Hawass disse que os pesquisadores também consideram "extremamente improvável" que o jovem faraó tenha sofrido um acidente e ferido seriamente a região do tórax, como afirmam algumas teses.

Fratura e veneno

As tomografias revelaram uma fratura no fêmur esquerdo que poderia ter ocorrido pouco antes de sua morte e desencadeado um processo infeccioso capaz de matá-lo. "Ainda que a fratura em si não tenha posto em risco sua vida, uma infecção pode ter se estabelecido", diz o comunicado.

Mas há controvérsias neste ponto: "Parte da equipe acredita que a fratura possa ter sido causada pelos embalsamadores", ou seja, depois da morte de Tutancamon.

Sem provas concretas, restam os palpites. "Eu tenho duas teorias: ele deve ter morrido de causas naturais ou foi envenenado", disse Hawass. "Nós vamos estudar suas vísceras e verificar se os órgãos mostram algum sinal", explicou ele, ressalvando que a possibilidade de sucesso é mínima.

Saudável

O jovem faraó, segundo os pesquisadores, teve infância e adolescência saudáveis, com boa alimentação e nenhum sinal de desnutrição ou doenças infecciosas. Cresceu normalmente, sem desenvolver muito a musculatura.

Tutancamon tinha uma pequena fissura no palato, mas não estava associada a nenhum tipo de deformidade facial. Seus dentes incisivos eram grandes e o jovem tinha uma sobremordida acentuada, considerada característica de outros reis de sua família. Os dentes frontais inferiores eram ligeiramente desalinhados.

Os pesquisadores consideram normal o formato alongado do crânio do faraó e concluíram que a curva notada em sua coluna teria sido provocada pela maneira como os embalsamadores posicionaram o corpo do jovem.

Glória

A curta e gloriosa vida de Tutancamon desperta fascínio desde que sua tumba foi descoberta, em 1922, no Vale dos Reis - em Luxor, sul do Egito - pelo arqueólogo britânico Howard Carter. A descoberta trouxe à tona tesouros em ouro e pedras preciosas.

A equipe que escaneou a múmia do faraó é liderada por pesquisadores egípcios e composta também por três especialistas europeus - dois italianos e um suíço. Eles fizeram cerca de 1.700 imagens tomográficas da múmia. Este foi o primeiro estudo do gênero feito sobre um membro da realeza egípcia. O conselho não permitiu exames de DNA, apenas testes não invasivos na múmia.

A linhagem de Tutancamon é considerada também uma questão polêmica. Não está claro se ele é filho ou meio-irmão de Akhenaten, o faraó que instituiu uma revolucionária forma de monoteísmo no Egito antigo e que era filho de Amenhotep III.

Acredita-se que Tutancamon foi o 12.º faraó da 18.ª dinastia do Egito Antigo, e que teria ascendido ao trono com 8 anos de idade para morrer aos 19, em 1323 a.C.
Agencia Estado,
08 Março 2005